Mais tempo em casa, mais lixo e mais pragas
A mudança de hábitos provocada pela pandemia, com o isolamento social e mais pessoas passando o dia em casa, trouxe um efeito colateral pouco comentado: o aumento dos resíduos domésticos e, junto com ele, das pragas urbanas. Insetos e roedores encontram no lixo acumulado tudo o que precisam para se multiplicar, o que acendeu um alerta sobre a necessidade de reforçar o combate a essas pragas nas cidades.
O assunto é sério porque esses animais são transmissores de doenças como dengue, zika, chikungunya e leptospirose, entre outras.
Como o período de quarentena favoreceu as pragas
Dois fatores pesaram nesse cenário. O primeiro foi o aumento da quantidade de lixo residencial durante a quarentena. O segundo foi o fechamento de estabelecimentos comerciais, que ficaram vazios e sem rotina de manutenção, tornando-se um terreno fértil para insetos e roedores.
Em um momento em que a rede hospitalar já estava sobrecarregada pelos casos de coronavírus, evitar doenças transmitidas por pragas passou a ser ainda mais importante.
O que fazer em casa para não atrair pragas
A base da prevenção dentro das residências é simples: organização do ambiente e limpeza detalhada. Algumas atitudes ajudam bastante:
- Manter o lixo bem fechado e retirá-lo com frequência;
- Não deixar restos de comida expostos;
- Eliminar entulhos e objetos acumulados, que servem de abrigo;
- Limpar com atenção cantos, ralos e áreas menos visitadas da casa.
Mesmo assim, apenas a limpeza comum nem sempre é suficiente. Contar com uma empresa especializada no controle de vetores e pragas urbanas pode evitar ou reduzir bastante o aparecimento desses animais.
Água sanitária resolve? Só em parte
A água sanitária é muito usada para lavar calçadas e áreas abertas ou fechadas. Quando aplicada corretamente, ela realmente higieniza, mas seu efeito dura pouco e exige manutenção constante para manter o resultado.
A Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (Aprag) chama atenção para o impacto reduzido dessas ações em áreas públicas. Já a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda o uso de saneantes aprovados para limpar ambientes sujeitos à contaminação por bactérias, fungos e vírus, como o causador da COVID-19.
E se não houver água sanitária?
Na falta dela, é possível usar saponáceos (sabões e detergentes) e desinfetantes. Ainda assim, a Aprag reforça a importância de utilizar saneantes aprovados e, sempre que possível, contratar empresas especializadas em sanitização de ambientes.
Como funciona a sanitização feita pela Detecta
Na sanitização de ambientes, a Detecta utiliza quaternário de amônio de 5ª geração e peróxido de hidrogênio. O tratamento é indicado para locais que precisam de desinfecção sem deixar resíduos de compostos químicos, como paredes, rodapés, corrimãos e pisos.
Esse tratamento não possui toxicidade e combate diversos tipos de vírus por meio do seu efeito sanitizante, o que permite usá-lo em casas, escritórios, comércios e áreas de circulação com segurança para quem frequenta o local. Vale lembrar, porém, que cada situação pode exigir medidas complementares de limpeza e desinfecção, que a equipe técnica avalia caso a caso.
Prevenção e sanitização em Americana e região
Com 35 anos de experiência da rede, a Detecta atua no controle de pragas e na sanitização de residências, comércios e indústrias. A unidade de Americana atende também Santa Bárbara d'Oeste, Nova Odessa, Sumaré, Piracicaba e Limeira.
Ficou com alguma dúvida? Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp (19) 97161-5392, pelo telefone (19) 3013-3204 ou pelo e-mail contato@detectaamericana.com.br. Detecta: soluções para ameaças visíveis e invisíveis.
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