O Aedes aegypti é velho conhecido dos brasileiros, mas ainda circulam muitas ideias equivocadas sobre ele. Algumas parecem inofensivas; outras levam as pessoas a baixar a guarda justamente quando deveriam manter a prevenção. Para ajudar moradores e empresas de Americana e região a separar o que é fato do que é boato, reunimos quatro afirmações bastante repetidas e explicamos o que há de verdade em cada uma.
“O macho e a fêmea do mosquito picam e transmitem doenças.”
Mito. Quem pica e transmite doenças é apenas a fêmea. Ela precisa do sangue de mamíferos para que seus ovos amadureçam. Os machos, por outro lado, se alimentam de substâncias açucaradas, como néctar e seiva de plantas, e por isso não picam ninguém. Na prática, porém, isso não muda muita coisa para quem quer se proteger: onde há machos, há fêmeas, e o combate precisa ser o mesmo.
“Produtos com citronela resolvem o problema do mosquito.”
Mito. Velas, sprays e outros produtos à base de citronela podem até ajudar a manter os mosquitos afastados por um tempo, mas o efeito é passageiro e não tem duração definida. Eles não eliminam a origem do problema. A forma realmente eficaz de combater o mosquito da dengue é acabar com os criadouros — os locais com água parada onde a fêmea deposita os ovos e as larvas se desenvolvem.
“No inverno, ninguém precisa se preocupar com a dengue.”
Mito. Nos meses secos e frios, os ovos do mosquito entram em uma espécie de dormência, mas continuam vivos. Basta um dia mais quente seguido de chuva — ou até a rega do jardim — para que eclodam. Por isso, pode haver infestação mesmo fora do verão, em pontos específicos. A vistoria de quintais, terrenos baldios, pátios de fábricas e outras áreas para localizar e eliminar criadouros precisa ser contínua, inclusive nas épocas de temperatura mais baixa.
“Quem pega dengue pela segunda vez terá a forma hemorrágica.”
Mito. O risco de desenvolver dengue hemorrágica realmente aumenta a partir do segundo episódio da doença. Mas isso não significa que ela vá acontecer obrigatoriamente na segunda infecção. O quadro grave pode surgir já na primeira vez em que a pessoa contrai o vírus — ou em qualquer uma das vezes seguintes. Por isso, qualquer suspeita de dengue merece atenção médica.
O que realmente funciona
Depois de desfazer os mitos, a conclusão é simples: a melhor arma contra o Aedes aegypti continua sendo a eliminação dos criadouros, feita de forma constante, durante o ano inteiro. Vale revisar semanalmente pratinhos de vasos, calhas, ralos, caixas-d’água, pneus, garrafas e qualquer objeto que acumule água. Em empresas, condomínios e indústrias, onde as áreas são maiores e os pontos críticos se multiplicam, um acompanhamento técnico faz toda a diferença.
A Detecta, com 35 anos de experiência em controle de pragas, ajuda a identificar e eliminar focos de mosquitos em residências e empresas de Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Nova Odessa, Sumaré, Piracicaba e Limeira. Fale com a unidade Americana pelo WhatsApp (19) 97161-5392 ou pelo e-mail contato@detectaamericana.com.br.
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